
Ep. 193 - VMO: Desafios e Estratégias para uma Gestão Eficiente
Resumo rápido
Neste episódio, Andressa Chiara e Marco do Boves aprofundam a discussão sobre VMO (Value Management Office), partindo de uma experiência real de 2014 em uma empresa de governo para desdobrar os seis pilares e os princípios que sustentam a gestão por valor. A mensagem central é que a transformação não é sobre frameworks ou organogramas, mas sobre pessoas, visibilidade, alinhamento e a mudança de pergunta fundamental: de o que eu fiz para o que precisa acontecer para chegar no resultado.
Capítulos
- 02:05Contexto: do PMO ao VMO e a demanda dos ouvintes
- 03:28Primeiro contato com o VMO: a experiência de 2014 em uma empresa de governo
- 06:50A dor do portfólio e a virada para a visão sistêmica
- 14:23Problemas práticos: daily colaborativa, mudança de métricas e a cultura tóxica
- 40:16O que é e o que não é VMO: princípios e definição
- 49:54Os seis pilares do VMO e seus artefatos
- 01:07:07Gestão da transformação, maturidade e mensagens finais
Frases do episódio
“não é uma coisa tipo, oh meu Deus vamos matar todos eles, foram ferramentas que foram criadas pra resolver determinados problemas e a gente começa a ver que essas ferramentas não estavam mais resolvendo”
06:50
“se você foca na excelência do impacto, obrigatoriamente você passou pela tarefa, tudo depende de onde você tá colocando prioridade”
27:20
“Você está fazendo errado.”
01:07:00
O que você vai ouvir neste episódio
- Andressa Chiara, Marco Dubovski e Maira Flor analisam o que caracteriza um VMO e seus principais objetivos estratégicos.
- A conversa detalha os pilares essenciais para construir um VMO voltado ao direcionamento e entrega de valor contínuo.
- Os participantes discutem quais métricas são mais indicadas para acompanhar a eficiência e o impacto do VMO nas empresas.
- O episódio avalia se toda empresa precisa de um VMO e em quais contextos essa estrutura é realmente recomendada.
- Aspectos sobre a necessidade de ter uma estrutura formalizada de VMO são debatidos entre os especialistas no programa.
Temas discutidos
A discussão sobre o VMO conecta diretamente a gestão de produtos e a estratégia organizacional, destacando a transição de escritórios de projetos tradicionais para estruturas focadas na entrega de valor. Ao alinhar métricas de resultado à liderança e à cultura ágil, o episódio explora como as empresas podem otimizar seus investimentos e direcionar prioridades de forma contínua. Entender a viabilidade do VMO permite que líderes e gestores implementem governança adaptativa sem burocracia excessiva.
Para quem é este episódio
Este conteúdo é recomendado para gerentes de produtos, diretores de tecnologia e líderes de transformação ágil. Esses profissionais encontrarão insights valiosos para avaliar a relevância do VMO em suas organizações, além de entender métricas e pilares para aprimorar o direcionamento estratégico.
Perguntas que este episódio ajuda a responder
O que é um VMO e qual é o seu papel principal?
O Value Management Office (VMO) é uma estrutura focada em garantir que as iniciativas da organização gerem valor real e contínuo. Em vez de focar apenas no cumprimento de prazos ou orçamentos como um PMO tradicional, o VMO prioriza investimentos estratégicos, alinha métricas de negócio e acompanha os resultados gerados pelas entregas das equipes.
Quais são os principais pilares e métricas de um VMO?
Os pilares de um VMO incluem o alinhamento estratégico, a governança adaptativa e a gestão orientada a resultados. Em relação às métricas, a estrutura acompanha indicadores de impacto no negócio, eficiência na entrega de valor e retorno sobre investimento, permitindo ajustes rápidos de rota de acordo com os objetivos organizacionais definidos pela liderança.
O VMO é necessário para qualquer tipo de empresa?
Não necessariamente. O episódio debate que a implementação de um VMO depende do contexto, da maturidade organizacional e da complexidade das operações. Empresas de menor porte ou com estruturas simples podem adotar práticas de gestão de valor sem criar um departamento formal, enquanto corporações maiores se beneficiam de uma estrutura dedicada.
Sobre este episódio
O episódio 193 do Love the Problem aprofunda a discussão sobre VMO (Value Management Office) com Andressa Chiara e Marco do Boves, que trazem uma experiência real de 2014 em uma empresa de governo como fio condor. A narrativa parte da dor de um portfólio gigante de projetos com 50 pessoas alocadas e nenhum valor entregue, passando pela virada de paradigma de uma visão local de projeto para uma visão sistêmica da floresta. Os dois convidados desdobram os princípios do VMO (visibilidade, alinhamento, orientação a resultado, métricas para corrigir rota, ritmo em ciclos curtos e a pergunta fundamental) e os seis pilares (gestão de portfólio, coordenação de esforços, estratégia de posicionamento, gestão de resultados, ciclo curto de experimentos e gestão da transformação), com exemplos concretos de artefatos e ferramentas para cada pilar. A mensagem central é que a transformação é sobre pessoas, não sobre frameworks ou organogramas: o VMO é um conjunto de práticas adaptáveis, não uma receita de bolo, e a mudança de pergunta de o que eu fiz para o que precisa acontecer para chegar no resultado é o que desbloqueia a visão sistêmica. O episódio também aborda a armadilha de adicionar mais pessoas a um time como solução, a importância de métricas leading e lagging, e a necessidade de alinhar ciclos curtos de execução com a estratégia, sob pena de fazer tudo errado.
Transcrição completa
Os feedbacks dos ouvintes alimentam os temas do Love the Problem, e o episódio anterior sobre VMO, com a Marjorie e a Sami, gerou uma demanda clara para aprofundar o tema. A ideia é ir além do que já foi dito, levar a discussão a um nível mais prático e sistêmico, com a Andressa Chiara e o Marco do Boves, que trazem experiências reais de campo.
O primeiro contato com o VMO, para os dois convidados, aconteceu de forma conjunta, por volta de 2014, em uma empresa de governo, onde trabalhavam no mesmo consultório. A experiência era rudimentar, sem toda a complexidade e clareza que existe hoje, mas já havia um incômodo: a gestão de projetos tradicional não era suficiente. O termo VMO começou a ganhar força no mercado entre 2016 e 2018, mas a angústia de que o PMO não resolvia mais os problemas já existia antes disso. A agilidade e o PMI pareciam antagônicos, como se fosse uma guerra, mas na verdade as ferramentas de gestão de projetos não eram radioativas; elas simplesmente deixaram de resolver os problemas que surgiam. O que se precisava era evoluir o controle que o PMO exercia para algo mais eficaz, ao mesmo tempo em que se entregava resultado.
A dor central em 2014 era um portfólio gigante de projetos, com um monte de tarefas sendo executadas, mas nenhum valor sendo entregue. A Andressa, como gerente de projeto, percebeu que trabalhar apenas com Scrum ou Kanban no nível do time não resolveria o ponto crítico, que era a priorização de portfólio: como fazer os investimentos darem retorno, como fazer os executivos pensarem em ciclo curto, quais métricas acompanhar estrategicamente. Era preciso uma solução mais sistêmica para garantir entrega de valor.
Marco do Boves, que era gerente de programa, descreveu a virada: era preciso dar um passo para trás, subir um layer e criar mecanismos que permitissem ver a floresta como um todo e as suas inter-relações. O que se via eram esforços desconectados da estratégia, nível de colaboração muito baixo entre as pessoas e os níveis da empresa, pouquíssima visibilidade sobre o andamento do esforço e pouquíssima visibilidade sobre o impacto que esse esforço estava gerando. A solução passou por conectar estratégia e ações, olhar o todo em vez das partes, praticar colaboração genuína e estabelecer proximidade para gerar cadência e frequência. A primeira ação concreta foi Marco se mudar fisicamente para perto do time, para viver a realidade e enxergar as dores do ambiente como um todo, de forma panorâmica e menos operacional.
A analogia da árvore e da floresta foi validada pela Andressa: a perspectiva de projeto e PMO é uma visão local, enquanto o VMO traz uma visão sistêmica, em que se olha não apenas o objetivo específico, mas os impactos e as relações que aquilo provoca no ambiente. O sucesso do time A pode penalizar o time B; o sucesso da área A pode fazer a área C andar para trás. Não é apenas o que se entrega, mas as relações entre as entregas e a estratégia. Se o esforço não se conecta com a estratégia, é só esforço, não é resultado.
Na prática de 2014, a estrutura era híbrida, com um pouco de agilidade e um pouco de PMI, sem times dedicados. Havia POs, mas não havia SMs; os desenvolvedores estavam parcialmente alocados. Todos estavam ocupados 100% do tempo, mas nada saía certo. A estrutura tocava oito frentes diferentes, cada uma com vários projetos, 50 pessoas alocadas, e nada era entregue. A solução passou por dois movimentos-chave. O primeiro foi uma daily com todo o time, mas não no modelo tradicional de o que você fez, o que vai fazer, o que está impedido. O modelo era: quem precisa de ajuda, levanta a mão. E então facilitava-se para que as pessoas se ajudassem. O time era mega machucado, com uma cultura de competição tóxica. A virada de comportamento veio quando uma desenvolvedora, que era fantástica mas difícil de trabalhar em grupo, entrou no grupo do time e disse: galera, quem tá precisando de ajuda? Eu tô que nem peixe, tô fazendo nada. Antes, ficar sem fazer nada era um alívio; agora, a pessoa se oferecia ativamente para colaborar. Isso foi o grande ponto de virada.
Esses comportamentos foram baseados em métricas. Antes, as pessoas mediam horas, alocação, custo. A partir dali, passaram a medir tempo de espera, quantos itens estavam impedidos e como isso acontecia. O segundo ponto crítico foi uma planning em que o stakeholder direto, acostumado a usar o time como headcount, como body shop, forçou uma planning sem aprovação prévia do escopo. A Andressa avisou que seria mais uma sprint perdida. Marco entrou na planning, olhou para o stakeholder e disse: essa planning está cancelada, porque eu não vou gastar dinheiro, esforço e tempo das pessoas. Eles têm mais coisas para fazer e podem entregar valor em outro lugar. Aquilo mudou o jogo porque a equipe estava olhando para as métricas certas, para o desperdício. A partir dali, tudo que entrava de demanda era entregue como valor e colocado na mão do cliente final. O papel que Marco assumiu foi 100% VMO: não era mais o gerente de projeto que precisa fazer a tarefa andar, mas alguém que puxa o freio de mão e diz que aquilo não entrega valor.
A Andressa destacou que, para as melhores pessoas com as melhores intenções tomarem uma atitude assim, são necessárias práticas e estruturas. Marco tinha um material de controle, um PPT com todos os controles de tempo, custo e impactos, que gerava poder de argumentação. Esses artefatos são necessários para que a argumentação tenha embasamento e as decisões não sejam questionadas.
O resultado prático foi que a consultoria, que não faturava nada porque as entregas não saíam, quadruplicou o faturamento. O valor foi entregue ao cidadão, ao cliente, e ao negócio, estabelecendo um ciclo de resultados, não de passos ou entregas. A Andressa apontou que é comum valorizar a tarefa e a ação em vez do impacto: o mundo não se move só por tarefas, as tarefas são meios, são passos para o impacto. Se você foca em ficar excelente na tarefa, não necessariamente ficou excelente no impacto. A primeira lei de Duba: se você foca na excelência do impacto, obrigatoriamente você passou pela tarefa. Tudo depende de onde você coloca prioridade. Se você está comemorando só a entrega e não está olhando o resultado, talvez tenha algo de muito errado.
Sobre os princípios do VMO, Marco elencou: visibilidade do que está acontecendo para todos os níveis, para evitar desperdício; alinhamento, para que cada pessoa não puxe a corda para um lado oposto; orientação a resultado, não a tarefa e execução; métricas para corrigir rota e entender quais capacidades estão faltando; ritmo estabelecido para operar em ciclos curtos, que levam a aprender mais rápido e corrigir rotas; e, por último, a mudança de pergunta fundamental. Em vez de perguntar o que eu fiz, a pergunta correta é: o que eu preciso que aconteça para chegar no resultado que estou buscando? Isso muda o jogo, porque ao dizer eu preciso fazer, se traz um aspecto local, de tarefa e execução. Ao perguntar o que precisa acontecer, se abre a visão sistêmica.
Sobre o que é e o que não é VMO: se você está fazendo gestão de tarefa, não está fazendo VMO. Se está olhando para métricas como a meia hora sem se preocupar com o impacto na estratégia, não está fazendo VMO. Se está olhando para o local do seu projeto e brigando por prioridade, não é um escritório de valor. A culpa geralmente não é dos indivíduos, mas das práticas. O VMO pode ser uma pessoa, pode ser uma estrutura, pode ser um grupo de pessoas com papéis diferentes que decidem juntas. O que se precisa ter é uma estrutura que conecte estratégia, tático e operacional de forma que nenhum investimento seja feito de forma leviana. O VMO quer que cada centavo investido dê o máximo de resultado possível. Não é uma receita de bolo; é um conjunto de práticas que se adaptam à realidade de cada empresa.
Os seis pilares do VMO são: gestão de portfólio de investimentos, coordenação de esforços, estratégia de posicionamento, gestão de resultados, ciclo curto de experimentos e gestão da transformação. A gestão de portfólio não é necessariamente de projetos, mas de investimentos: onde a empresa está botando dinheiro, o que é Opex e Capex, o que é manutenção e o que é investimento novo. A coordenação de esforços conecta com a necessidade de garantir que o investimento se pague; ferramentas como OKR ajudam a acertar a clareza de para onde se vai e como medir em ciclos curtos. A estratégia de posicionamento surge naturalmente quando se questiona se o investimento faz sentido; ferramentas como Fit for Purpose e níveis de maturidade ajudam. A gestão de resultados define se deu certo ou errado, qual métrica se está perseguindo, se faz sentido mudar a rota. O ciclo curto de experimentos é necessário porque, sem ele, só se descobre o problema quando é tarde demais; envolve métricas leading e lagging, e a relação de causa e efeito entre elas. A gestão da transformação trata das capacidades, das relações entre áreas, do upskilling das pessoas e da maturidade da organização.
Os pilares não se ativam todos de uma vez; começa-se com a gestão de portfólio, entende-se onde o investimento está parando, descobre-se que a coordenação de esforço não está funcionando, e naturalmente os demais pilares vão sendo puxados. Para a gestão de portfólio, pode-se olhar o DRE da empresa, o Opex e o Capex, e fazer o match entre o que se tem de produto, projeto e iniciativa versus as necessidades. Para coordenação de esforços, OKR, reuniões de coordenação ou cadências como a daily escalada. Para estratégia, Fit for Purpose, níveis de maturidade, análise de mercado e concorrência. Para gestão de resultados, métricas em todos os níveis, usando o conceito de leading e lagging e os flight levels para não misturar níveis operacionais, de coordenação e estratégicos. Para ciclo curto, time boxes, limite de WIP no Kanban, frequência das dinâmicas. O ponto crítico é que os times não podem trabalhar em ciclo curto enquanto a estratégia funciona em ciclo longo; isso é fazer errado.
A gestão da transformação envolve assessments de maturidade, tanto para os times quanto para o negócio, como o assessment de business agility e o Kanban Maturity Model. O importante é saber onde se está e quem se é, para definir o que é sucesso factível, não sucesso hipotético. As relações entre áreas, os gargalos, o tipo de métrica, o upskilling das pessoas são os artefatos da gestão da transformação.
A Andressa trouxe um ponto recorrente: a dor de empresas que, ao não entregar, colocam mais gente. Em 2017, um cliente estava há seis anos tentando entregar um produto, chegando a 150 pessoas em um único produto; ao mudar a forma de trabalho, entregaram em quatro meses. O problema é que, na visão local, parece que mais gente resolve mais tarefa, mas na prática, quando se adiciona pessoas a um time, o time anda para trás, pois precisa diminuir a velocidade para embarcar a nova pessoa. É contra-intuitivo, mas é a visão de lupa errada. A desconexão entre ações e estratégia é uma das maiores dores: a galera que executa não sabe por que está fazendo, e a galera de cima não sabe por que o resultado não está vindo. O VMO garante que essa conexão se estabeleça.
As mensagens finais são três: primeiro, é sempre sobre pessoas; cada pessoa que está ouvindo tem a capacidade e provavelmente o conhecimento para ajudar a mudar. Segundo, alinhamento e visibilidade têm muito valor; não investir tempo e energia nisso significa que a empresa mais cedo ou mais tarde vai ter que lidar com a ausência disso. Terceiro, o VMO é um conjunto de práticas, não um conjunto de regras; não é uma receita de bolo. Cada pessoa, dentro da sua realidade, precisa entender que é perfeitamente factível aplicar os princípios, talvez não literalmente, talvez não integralmente, mas de forma a resolver o problema da sua empresa. O VMO torna esse processo de resolução de problema mais fácil, mais acessível e mais claro para todos os envolvidos.
Episódios relacionados
- Ep.01 - Fatie o Problema - O primeiro passo para uma Gestão Estratégica de Resultados
Está no ar o "Fatie o Problema", novo quadro do Love the Problem, onde Rafaela Fonseca e Samira Tavares discutem a como de desconstruir desafios complexos em fatias menores para gerar resultado e aprendizado em ciclos curtos. No episódio de hoje elas analisam um caso real de desalinhamento entre projetos e estratégia, discutem como abordar esse problema e mostram como fatiar em pequenos passos para evoluir a organização em direção a uma gestão estratégica de resultados. Dê o play e vem fatiar com a gente! Quer ver um problema que você vive fatiado por aqui? Conta para a gente na Comunidade do Love The Problem (https://t.me/lovetheproblem) ou no Linkedin da Samira (https://www.linkedin.com/in/samirarst/).
- Ep. 300 - Personas Sintéticas e Conexões Verdadeiras: como ir além dos dados na pesquisa com usuários
Como equilibrar dados frios coletados em escala com a profundidade das conexões humanas? Neste episódio do Love the Problem, Rafaela Fonseca recebe Cibele Ferreira da Silva, Product Lead no Grupo SmartFit e Raphael Montenegro (Chewie), Sócio e Head de Consultoria na Nower, para desvendar os bastidores do product discovery para entender o equilíbrio entre personas e pessoas reais. O limite dos números: Por que pesquisas quantitativas (como formulários e avaliações online) ajudam a validar hipóteses rápidas, mas são as entrevistas com profundidade que revelam os reais detalhes da rotina dos usuários. A ascensão das Personas Sintéticas: Como usar inteligência artificial para modelar perfis, testar roteiros de entrevista e acelerar o aprendizado. A evolução contínua: Porque as personas não devem ser estáticas e como podemos habilitar sua evolução. Na prática: Como o time de produto estruturou personas com auxílio de IA para os públicos da Smart Fit, BioRitmo e Nation. Se você quer descobrir como ir além das planilhas para criar conexões de verdade, dê o play e vem com a gente! Referências citadas neste episódio: Post da Cibele (https://lnkd.in/p/d9TRA9TV) Livro Escaping the Building Trap ( https://a.co/d/0hJbMdtU) Livro O Teste da Mãe (https://www.amazon.com.br/Teste-M%C3%A3e-conversar-clientes-descobrir-ebook/dp/B07QM7ZS7Q) Ep. 276 - Gestão de Produtos em Organizações que Aprendem (https://br.k21.global/podcast/276-ep-276-gestao-de-produtos-em-organizacoes-que-aprendem)
- Ep. 299 - Organizações Orientadas a Valor: como conectar estratégia e execução com o Modelo Nower
Neste episódio da série especial do Love the Problem, Organizações Orientadas a Valor, Rafaela Fonseca recebe Carlos Felipe Cardoso (CFC), Co-Founder & CEO da Nower, K21 e WBrain e Iohanna Roeder, Especialista em Produtos Educacionais na Nower, para conversar sobre como conectar estratégia e execução com Modelo Nower. O modelo Nower é nosso jeito de tornar as organizações orientadas a valor de forma integrada e adaptativa.Ele funciona como um mapa de gestão para guiar decisões, fatiar estratégias complexas e acelerar a entrega de valor ao cliente. 🎧 O que você vai ouvir neste episódio: Por que tantas empresas falham ao tentar desdobrar a visão executiva em acionáveis práticos para o dia a dia da operação. Como funciona a abordagem adaptativa que respeita a cultura e o contexto da empresa em vez de impor checklists prescritivos ou frameworks engessados. Foco no Cliente e Decisão Rápida: Como reduzir o tempo entre a identificação de um gargalo e a tomada de decisão assertiva da liderança. Integração de Práticas: Como conectar OKRs, gestão de portfólio (VMO), topologias e gestão da mudança em uma única engrenagem coesa. 🔗 Referências e links recomendados: Conheça o Modelo Nower: Acesse nower.global/nower (https://www.google.com/url?sa=E&q=https%3A%2F%2Fnower.global%2Fnower). Playlist Oficial da Série: Confira aqui a playlist (https://open.spotify.com/playlist/3cfPF2UnrMCkeOvjP0Wrjb?si=5K1GUPg6RMS6GNlVIxgQKQ) completa dessa série. Comunidade Love the Problem no Telegram: Entre no nosso canal (https://t.me/lovetheproblem), comente o que achou do modelo e tire dúvidas com os convidados!
- Ep. 297 - Governança e Inovação: como organizar o trabalho mantendo autonomia das equipes
No novo episódio do Love the Problem, Rafaela Fonseca recebe Juliana Argente e Fernanda Morelli, consultoras da Nower, para desmistificar o papel da governança no ambiente corporativo e mostrar como simplificar processos para gerar mais resultados. Sua equipe vive no "modo apagar incêndios" e não consegue focar na melhoria contínua? Vocês acompanham centenas de indicadores, mas ninguém sabe ao certo quais ponteiros realmente precisam ser movidos? Neste papo, elas abordam: Como transformar a governança em uma aliada da autonomia, criatividade e inovação. A diferença entre indicadores de saúde e métricas de crescimento. O poder da visão sistêmica para alinhar produtos e estratégia sem cair no microgerenciamento. Como ter reuniões produtivas, focadas e que durem menos de 1 hora. Uma governança eficiente não define como fazer, mas dá clareza de onde chegar. Se você quer saber mais sobre como organizar o trabalho sem tirar autonomia das equipes, aperte o play e vem com a gente!