
Ep. 179 - 4 anos de Love The Problem
Resumo rápido
No episódio 179, o Love the Problem celebra seus quatro anos de existência com uma retrospectiva coletiva: da origem como Knowledge Cast, gravado com celular na França, à consolidação como referência de democratização do conhecimento em agilidade. Os hosts revisitam o critério do coração, a expansão por quadros como Love the People e Xadrez Corporativo, as métricas de 333 mil reproduções, os episódios favoritos e os desejos para o futuro, incluindo a criação de um estúdio presencial e a ampliação da rede de agilidade.
Capítulos
- 00:11Quatro anos de Love the Problem: a celebração
- 10:38A origem: do Knowledge Cast ao Love the Problem
- 14:48O conceito e a pergunta que define o podcast
- 16:57Democratizar conhecimento: o propósito central
- 28:07Métricas, crescimento e reconhecimento na comunidade
- 36:10Episódios favoritos e agradecimentos aos bastidores
- 53:17Desejos para o futuro do Love the Problem
Frases do episódio
“Então é o jeito de... É aí que veio o lance de democratizar conhecimento.”
17:39
“E também era uma coisa nova, né? Tipo, o Love the Problem era uma coisa nova e era muito gostoso.”
22:35
“E que as pessoas encontrem a gente nos eventos, nas coisas e vivam aquele momento presente com a gente entre si também, na comunidade e tal.”
54:39
O que você vai ouvir neste episódio
- O episódio comemora a marca de quatro anos de existência do podcast Love The Problem.
- Os participantes relembram histórias e momentos marcantes ocorridos ao longo da trajetória do programa.
- A conversa recupera temas abordados em edições anteriores, como comunicação não violenta e pensamento sistêmico.
- Os convidados discutem tópicos relacionados à diversidade e inclusão, citando a iniciativa Love The People.
- Os hosts refletem sobre as transformações pessoais e profissionais vivenciadas durante a gravação dos episódios.
Temas discutidos
A celebração dos quatro anos do programa evidencia como a troca contínua de conhecimentos fortalece a cultura organizacional e a liderança. Ao revisitar temas cruciais como comunicação não violenta, pensamento sistêmico e diversidade, o episódio demonstra a importância do aprendizado constante na agilidade e na gestão de produtos. A jornada compartilhada pelos apresentadores reforça que a evolução de equipes e organizações depende do foco nas pessoas, da facilitação de diálogos abertos e da capacidade de adaptação às mudanças ao longo do tempo.
Para quem é este episódio
Este conteúdo é indicado para agilistas, líderes de equipe e facilitadores que buscam referências sobre desenvolvimento cultural e gestão humana. Profissionais de produtos e pessoas interessados em retrospectivas históricas e aprendizados práticos sobre dinâmicas organizacionais também se beneficiam do debate conduzido pelos convidados.
Sobre a série Love The People
Love The People traz histórias de carreira de pessoas que atuam com agilidade, produto e liderança. São conversas mais pessoais do que técnicas: transições de área, decisões difíceis, aprendizados e o que cada convidado faria diferente. Serve como referência para quem está construindo a própria trajetória profissional.
Ver todos os episódios da série Love The PeoplePerguntas que este episódio ajuda a responder
Qual é o objetivo deste episódio especial do Love The Problem?
O episódio comemora os quatro anos de criação do podcast Love The Problem. Para celebrar a data, a gravação reuniu antigos hosts para relembrar os momentos marcantes da trajetória, discutir a evolução dos temas debatidos e compartilhar aprendizados acumulados ao longo dessa jornada de produção de conteúdo sobre agilidade, liderança e gestão de produtos.
Quais convidados participam dessa comemoração de aniversário?
A edição especial reúne Antonio Gerent (Panda), Maira Flor, Andréa Murata, Raquel Tanurcov e Luiz Lula Rodrigues. Esse grupo de apresentadores conversa sobre as experiências vividas no comando do programa, destacando episódios passados, memórias marcantes e o impacto das discussões trazidas sobre transformação cultural e relações humanas no ambiente profissional.
Quais assuntos de episódios anteriores são destacados na conversa?
Durante a celebração, os participantes citam temas de edições marcantes, incluindo comunicação não violenta, pensamento sistêmico, o equilíbrio de energias masculinas e femininas nas empresas e a iniciativa Love The People. Essas referências exemplificam a constante atenção do podcast às dinâmicas humanas, ao aprendizado organizacional e aos ciclos de transformação contínua.
Sobre este episódio
O episódio 179 do Love the Problem é uma celebração dos quatro anos do podcast, lançado em 19 de novembro de 2019. Os hosts — Lula, Raquel, Flora, Deia e Panda — revisitam a história do programa, desde a origem como Knowledge Cast, gravado com celular na França pelo Lula e editado pelo Léo, até a consolidação como referência de democratização do conhecimento em agilidade. O episódio explora o conceito central do Love the Problem, que nasceu da necessidade de dar acesso ao conhecimento dos treinamentos da K21 para quem não podia arcar com o custo, e o critério do coração que guiou cada gravação. A expansão por quadros — Xadrez Corporativo, Love the People, Love the Road e o programa nosso — é detalhada, assim como as métricas de 12.387 seguidores e 333 mil reproduções. Os hosts compartilham episódios favoritos, agradecem a dezenas de pessoas que ajudaram nos bastidores e encerram com desejos para o futuro: um estúdio presencial, expansão da rede de agilidade, manutenção da autocrítica e maior participação da comunidade na escolha de temas e convidados.
Transcrição completa
Quatro anos depois, eles estão de volta. O especial de quatro anos do Love the Problem. O podcast foi lançado em 19 de novembro de 2019, um dia escorpiano, e desde então tem acompanhado a comunidade de agilidade no Brasil.
A origem do podcast remonta a quando o Fernando, três meses após a fundação da K21, lançou o primeiro episódio com o Mari Graff sobre o QR. Na época, o podcast se chamava Knowledge Cast, derivado do nome da empresa. O Lula, que estava na França, decidiu gravar um episódio também, usando o celular no meio da mesa, cada um de um canto, com uma qualidade de som precária. Quando chegou a hora de editar, o Lula pediu o contato do Léo, que vinha do podcast Deve na Estrada, e foi o Léo quem fez o Love the Problem acontecer de verdade, editando todos os episódios com agilidade.
Depois de um tempo, o nome Knowledge Cast caiu e o Love the Problem nasceu. O nome tem um conceito por trás, não foi apenas uma escolha aleatória. A pergunta "qual o problema que estamos resolvendo?" se tornou parte da identidade do podcast, usada como abertura em muitos episódios. O conceito de democratizar conhecimento foi central desde o início: os treinamentos da K21 são caros, e o Love the Problem era o jeito de dar um caminho para quem não tinha grana para despender naquele momento, conseguindo estar em contato com o conhecimento e colhendo dele.
O podcast sempre foi um ambiente democrático, tanto para fora quanto para dentro. Para ser host do Love the Problem, você só precisava querer. A Raquel entrou na K21 em janeiro de 2020 e participou do episódio 20, sobre motivação intrínseca, com o Avelar e o Toledo. O critério do coração, que o Lula sempre trouxe, foi o que acalmou a todos: não tinha certo e errado, era uma troca, uma conversa. O Panda, depois do Lula, pegou a missão oficial de estruturar o podcast, e a Deia e a Flora deram continuidade, transformando e repensando o formato, mas mantendo a mesma essência.
O Love the Problem foi expandindo e explorando ao longo dos anos. O Xadrez Corporativo foi o primeiro quadro a nascer, com uma pegada diferente, conversando com o público em um nível mais próximo do executivo. Depois veio o Love the People, para que a galera conhecesse mais as pessoas por trás dos conteúdos. O Love the Road surgiu para levar o conhecimento de palestras de eventos como o SG Rio para quem não pôde ir, com entrevistas de cinco minutos no corredor. O programa nosso trouxe conteúdos mais curtos de pessoas que já produziam muito conteúdo por aí.
Em termos de métricas, o podcast tem 12.387 seguidores e cerca de 333 mil reproduções desde o início. A quantidade de ouvintes semanais, em determinado momento, lotava numericamente o Teatro Municipal de São Paulo. O episódio gravado logo antes da pandemia foi o primeiro e único gravado no estúdio, com o Lula e o Avelar, sobre Autonomia, episódio 12. Depois veio a pandemia e o podcast seguiu online, lançando episódio toda semana. Na Jail Brasil, a primeira conferência presencial depois da pandemia, o Lula começou a ser reconhecido por estranhos que ouviam o podcast.
Entre os episódios favoritos mencionados estão o número 11, sobre Pensamento Sistêmico com o Alisson Vale; o Último dos Problemas, com a Luísa, sobre uma ONG que ajuda a realizar últimos pedidos; o Love the People da Deluise, sobre questões raciais; o episódio sobre feminino e masculino nas organizações, inspirado no livro Liderança Schacht; o número 99, Agilidade é uma Falácia, com a Clarinha, que trouxe conceitos de filosofia; e o episódio sobre reuniões que viram um cocô, com o Rodrigo Vergara. O número 100, com o Bernardo, foi o primeiro Love the People, gravado ao vivo.
No encerramento, os hosts agradeceram a todas as pessoas que ajudaram nos bastidores: Bia, Isa, Bruno, o Léo, a Jéssica, a Dani Cítico, a Rafinha, o Guga, a Xuta, a Tioi, a Andressa Chiara, a Carol Serpejante, o Rafa Albino, a Panda, a Raquel, a Carol Fernandes, a Dani Prevô, a Delô, a Thaís Rigolão, a Mari Graff, a Kemi, o Rodrigo Vergara, a Natasha, a Maris Aparoli, a Karen Montellet, entre outros. O grupo do Telegram, onde só era permitido falar em caixa alta, gerou episódios divertidos na pegada da força do ódio.
Para o futuro, os desejos foram variados. O Lula desejou que o Love the Problem continuasse com as pessoas no momento presente, falando de verdade, do fundo do coração, e que o podcast continue ramificando, abrindo portas e explorando com vontade aberta. A Raquel desejou que o podcast expandisse a rede de agilidade, trazendo mais pessoas como a Naomi, e que tivesse um estúdio real, com infraestrutura, câmera e passagem de convidados, para gravar presencialmente e ganhar visibilidade no YouTube. A Flora desejou que o podcast continuasse democratizando o conhecimento, sendo uma biblioteca de ajuda para desafios diários do trabalho, e que permanecesse crítico frente aos assuntos que discute. A Deia desejou que o podcast continuasse sendo um espaço para falar do agora, ajudando as pessoas com problemas reais, e que a comunidade participasse mais, sugerindo temas e convidados.
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