Pular para o conteúdo
Voltar para todos os episódios
Love The People - Samuka
Ep. 162

Love The People - Samuka

3 de julho de 202300:54:36
Agilidade
Educação
Facilitação
Flight Levels & Kanban
Love The People
Pessoas
Product Management

Resumo rápido

Samuka, consultor da K21, conta como fez engenharia da computação justamente para não lidar com pessoas e acabou se apaixonando por trabalho relacional. Da educação no SENAC à Agilidade, do primeiro Scrum Master ao treinamento de facilitação que mora no coração, ele narra a trajetória que o levou à K21 — inclusive por causa de um cancelamento de treinamento. Aborda burnout, a técnica de espelhamento para gestão de conflito e a filosofia de que todo fato é neutro e nós é que colocamos sentido nele.

Capítulos

  1. 01:37Conhecendo o Samuka: de engenheiro a apaixonado por pessoas
  2. 05:39Da educação no SENAC à indústria de software
  3. 08:04O encontro com a Agilidade e o primeiro Scrum Master
  4. 13:14O processo de namoro com a K21
  5. 16:31Facilitação: o treinamento que mora no coração
  6. 25:33Desafios pessoais: burnout, hobbies e formação de cidadãos
  7. 35:15Causos de facilitação e a técnica de espelhamento

Frases do episódio

“use Scrum e questione Scrum”

08:21

“É o encontro da oportunidade com a competência.”

21:55

“Todo fato é neutro. Nós que colocamos sentido nele.”

40:07

O que você vai ouvir neste episódio

  • A trajetória profissional de Samuka envolve a transição de papéis como Scrum Master até se tornar consultor e sócio da K21.
  • A experiência na docência no ensino superior e na pós-graduação contribuiu para sua atuação prática em facilitação e treinamentos ágeis.
  • A evolução dos conhecimentos em Kanban possibilitou a obtenção das certificações KCP e AKT para o desenvolvimento de organizações.
  • A importância das relações humanas e do acolhimento na formação e no desenvolvimento de equipes em ambientes corporativos.

Temas discutidos

O episódio conecta o fator humano ao desenvolvimento ágil, destacando como a docência e a facilitação fortalecem a liderança e a gestão de produtos. A jornada descrita exemplifica a evolução técnica e comportamental necessária para aplicar métodos como Scrum e Kanban nas organizações. Ao colocar pessoas no centro das transformações culturais, o debate reforça que a eficácia da agilidade depende diretamente do acolhimento, da educação continuada e da capacidade de alinhar equipes em diferentes níveis.

Para quem é este episódio

Este episódio é ideal para Agile Coaches, Scrum Masters e facilitadores que buscam aprimorar a gestão de pessoas e equipes. Líderes de produto e educadores corporativos interessados em combinar práticas de Kanban com desenvolvimento de liderança também encontrarão reflexões valiosas para sua atuação profissional.

Sobre a série Love The People

Love The People traz histórias de carreira de pessoas que atuam com agilidade, produto e liderança. São conversas mais pessoais do que técnicas: transições de área, decisões difíceis, aprendizados e o que cada convidado faria diferente. Serve como referência para quem está construindo a própria trajetória profissional.

Ver todos os episódios da série Love The People

Perguntas que este episódio ajuda a responder

Quem é Samuka e qual é a sua trajetória com agilidade?

Samuka é Agile Expert, Trainer e sócio da K21, formado em Engenharia de Computação. Atuou como Scrum Master na DígithoBrasil e lecionou em instituições como UNIDERP, Anhanguera e UCDB. Com vasta experiência em facilitação e formação de equipes, expandiu sua atuação em práticas Kanban, tornando-se profissional certificado como KCP e AKT.

Como a experiência no ensino acadêmico contribui para a facilitação ágil?

A atuação prévia na docência superior e pós-graduação oferece uma base sólida para a condução de treinamentos, dinâmicas de grupo e mentoria de equipes. Essa bagagem didática ajuda a traduzir conceitos complexos de agilidade e Kanban em aprendizados práticos, facilitando a acoplagem do conhecimento técnico às necessidades humanas no ambiente corporativo.

Quais frameworks e métodos são abordados no histórico de atuação do convidado?

O histórico do convidado abrange a aplicação prática do Scrum, na qual possui certificação pela Scrum Alliance, e o aprofundamento nos métodos Kanban. Sua jornada profissional combina a facilitação de equipes em nível operacional até a consultoria estratégica em transformações ágeis, utilizando abordagens focadas em processos e na centralidade das pessoas.

Sobre este episódio

Neste episódio do quadro Love The People, Samuka, consultor da K21, narra sua trajetória desde a faculdade de engenharia da computação — escolhida justamente para não lidar com pessoas — até se tornar um dos principais facilitadores da empresa. A crise de 2008 o levou ao mercado de educação, onde trabalhou no SENAC de Mato Grosso do Sul, desenvolveu o projeto Fábrica de Software e ajudou a criar o Campo Grande Game Show. A transição para a indústria de software o levou à Digix como Scrum Master, onde o primeiro treinamento de Scrum com Rafael Sabaglia e Marcos Garrido, no Trends de 2014, mudou sua visão sobre a metodologia. Uma sequência de coincidências, incluindo um cancelamento de treinamento, o levou à K21, onde passou pelo processo de 'namoro' e se apaixonou pela prática de evidence e facilitação. Samuka aborda a diferença entre arrogância e segurança, o burnout de 2018 e a criação de três perguntas para ajudar pessoas a descobrirem seus hobbies. Conta causos reais de facilitação, incluindo um caso de conflito resolvido com a técnica de espelhamento, e compartilha a filosofia de que todo fato é neutro e nós é que colocamos sentido nele. O episódio encerra com as Perguntas do Cafezinho, onde Samuka revela preferências como café puro, cuscuz salgado e o desejo de ficar invisível.

Transcrição completa

Samuka, quem é o Samuka? É uma pessoa que fez engenharia da computação porque não queria trabalhar com pessoas. Quando terminou a faculdade, terminou justamente na crise de 2008, e foi quando descobriu que o mercado de educação é o melhor mercado quando está em crise. Entrou no mercado de educação e se descobriu apaixonado por trabalhar com pessoas. Computador era mais fácil, zero ou um, mas aí se descobriu apaixonado por pessoas. Ficou um bom tempo trabalhando com educação. Samuca é um cara que tem duas crianças, uma adolescente de 14 anos e um garotinho que está fazendo três anos. Adora cachorros e cachorros grandes, tem uma Bernese de 40 quilos. Também tem dois gatos e um aquário. Gosta dos seus filhos e, que não queria trabalhar com pessoas, mas hoje é apaixonado por trabalhar com pessoas.

A trajetória começou na tecnologia porque não queria lidar com gente, mas depois sentia muita falta de trocar ideia. Se descobriu uma pessoa muito relacional. Às vezes o dia está ruim, entra numa sessão, facilita algo, conversa com alguém, e o dia muda. Normalmente, quando a sessão vai bem.

Na área de educação, trabalhou como designer instrucional no SENAC, no Sistema S, cuidando da área de tecnologia do SENAC Mato Grosso do Sul. Ajudou no desenvolvimento de vários treinamentos novos e projetos novos. Desenvolveu um projeto chamado Fábrica de Software, que funciona até hoje, já tem 11 anos desde que saiu de lá. Era um projeto para a comunidade, para pessoas carentes aprenderem a desenvolver software. Também ajudou a patrocinar as primeiras edições do Campo Grande Game Show, que hoje é um museu de games que circula pelos shoppings do Brasil. Ficou uns quatro anos no SENAC, deu aula na universidade, em curso técnico no governo federal e estadual, e aí sentiu que estava muito na educação e precisava ir para a indústria de software.

Saiu do SENAC e entrou na Digix, na época Digit do Brasil, como Scrum Master. Foi quando se incluiu de vez na Agilidade. Não tinha experiência muito grande, já estava estudando Agilidade, tinha feito o projeto de Fábrica de Software usando conceitos de metodologia ágil, mas era inexperiente no assunto. O primeiro treinamento que fez foi de Scrum com o Rafael Sabaglia e o Marcos Garrido, durante o Trends de 2014. Aquilo explodiu a cabeça dele. Adorou quando falaram: use Scrum e questão Scrum. A empresa queria executar o Scrum by the book, e essa frase mudou tudo. Não precisa executar by the book o tempo todo, o que dá para evoluir, criar mudança evolucionária. Foi quando começaram a experimentar Kanban.

Foi fazer treinamento de Kanban na concorrente, mas a concorrente deixou a turma, e acabou indo para a K21. Ia fazer treinamento de facilitação com o Garrido em São Paulo, mas cancelaram de última hora porque o Garrido teve um problema na família. Ele estava incomunicável, sem celular, e nem soube do cancelamento. Virou uma treta com a empresa onde trabalhava. No final, convenceram a empresa a levar o treinamento para Campo Grande, e lá conheceu o CFC, Carlos Felipe Cardoso. O CFC deu o treinamento de facilitação, que foi fantástico. Chamou o CFC para palestrar no evento Javaneiros, sem intenção nenhuma, e deu o primeiro keynote do CFC na vida dele. Em 2016, o CFC começou a ficar de olhinho nele. Samuka brigou para ir palestrar no Linguagem, o Vladisson cancelou um palestrante de última hora e o colocou no lugar. Dividiu quarto com o Juliano para economizar. Nesse evento, o CFC o convidou para conversar sobre ampliar a K21. Foi assim que chegou na K21, dando as caras e conversando.

O processo de namoro da K21 é disruptivo: a empresa traz uma pessoa, paga pelo trabalho, e ela fica um tempo trabalhando com a equipe, passando por vários contextos, vários times, ou ficando uma semana inteira em evidence. No final, ambas as partes decidem se o namoro vai virar casamento. É uma fração da realidade, mas já é uma prática, não é só teoria. No caso de Samuka, foi mais do que namoro, foi trabalhar mesmo. Foi fazer um evidence mão na massa com Extreme Value Driven Coaching. O CFC e o Daniel Teixeira o acompanharam. O Daniel ficou doente no meio do evidence, e Samuka teve que executar sozinho, sem nunca ter executado um evidence antes. O CFC colocou confiança: vai e faz. Vai e facilita uma plane, vai e facilita uma retro. Dava sugestões de técnicas extras. O evidence foi um sucesso. Em julho de 2016, veio de vez para a K21, já fazendo um evidence em São Paulo e outro no Rio no final de semana seguinte.

A skill de facilitação emergiu naturalmente. Já treinava porque gostava de ser Scrum Master, e a principal skill era facilitação e coaching. O CFC estava precisando tirar coisas da frente dele, e Samuka disse que conseguia. Já dava aula de universidade, então já tinha skill de professor. Pareou umas três vezes com o CFC, e na quarta, o CFC virou as costas e foi embora. Desde 2017, está no treinamento de técnicas de facilitação, que é o que mora no coração dele. Já fez várias mudanças no treinamento ao longo dos anos. Outros que ministra: Introdução à Agilidade, que começou junto com o Avelar, quando o CFC precisou cobrir o Lula num treinamento de Kanban e não tinha quem desse Introdução à Agilidade. Liderança Digital, que tirou da mão do CFC. Kanban: TKP, KSD e KSI. Mestre da Produtividade, que acabou de lançar. E logo virá um treinamento sobre melhoria contínua e retrospectivas, onde se desafiou a não repetir a mesma retro em um ano inteiro, a cada 15 dias.

Sobre coragem: o mundo é dos corajosos. Quem tem coragem não é que não tem medo, mas que resolve agir apesar do medo. Quanto mais velho fica, mais percebe que as oportunidades e as coisas bacanas são para quem dá a cara a tapa. Gosta da definição do Garrido sobre sorte: é o encontro da oportunidade com a competência. Mas tem que estar de olho nas oportunidades, e como vai desenvolver a competência se não for lá e testar?

Sobre arrogância versus segurança: um colega perguntou se era arrogância ou segurança. Arrogante é se pôr por cima das pessoas, falar que sabe uma coisa que não sabe. Segurança é ter experiência e saber o que se faz. O problema da pessoa muito arrogante é que ela perde o direito de errar. É diferente da autoconfiança: não sei fazer, eu sei esse caminho, eu vou lá fazer. Com medo de ser arrogante, às vezes nem publica as coisas, nem fala que foi ele que fez. Recentemente tem feito o trabalho de começar a falar que ele fez. É mais um lugar de celebrar aquilo que se é e aquilo que se conquistou, do que tentar parecer ser. Quero que ser me basta.

O principal desafio hoje, na vida pessoal, é formar cidadãos. Tem uma filha e um filho. Na vida profissional, é voltar a ter uma energia realizadora que teve há muito tempo, conseguir ficar mais conectado com as coisas. Em 2018, teve síndrome de burnout. Depois disso, fez um trabalho de não se incomodar com as bolinhas de mensagem, conseguiu ignorar, mas foi um trabalho muito forte. Quando começa a ler demais, já começa a ter ansiedade, então evita se envolver em muitas coisas. Antes trabalhava de manhã, tarde e à noite sem parar. A psicóloga antiga fez uma reflexão: por quanto tempo trabalhou sem parar, sem ter um hobby? As contas deram 10 anos. A psicóloga disse que provavelmente não surtou antes porque gostava do que fazia, sentia prazer no trabalho, mas é um problema, a gente tem que ter hobby.

Samuka criou três perguntas para ajudar as pessoas a descobrirem o hobby delas. A primeira: a brincadeira de criança que você mais gostava. A segunda: volte e se imagine fazendo isso, identifique quais são os sentimentos e sensações. A terceira: o que você faz hoje que te dá essas mesmas sensações e sentimentos. Não precisa ser a mesma atividade, mas o sentimento e a sensação. Ele validou as perguntas com mais de dez psicólogos. O hobby dele hoje é dança de salão, gafieira e gafieirão, que traz diversão, música, imaginação, mas também desafio. Antes fazia cravo e magá, mas parou na pandemia. Também anda de kart com o irmão em Campo Mourão, no Paraná.

Sobre facilitação e conflitos: tem causos que a facilitação salva e causos que não. Antes de virar confrontação, a facilitação resolve. Virou confrontação, já é melhor parar a reunião. As pessoas querem estar certas, não ouvem umas às outras. Tem técnicas de priorização em silêncio, técnicas de muito falatório. Um caso: um cara deu um tapa na mesa e mandou cala a boca. O facilitador não teve o que fazer, rezou para separar. O agredido verbalmente saiu da sala dizendo que ia pedir demissão. O facilitador foi atrás, ofereceu uma cerveja para conversar. Usou a técnica de espelhamento, da gestão de conflito, para acalmar o garoto. No outro dia, os dois sentaram e se entenderam. O que bateu na mesa pediu desculpa. Trabalharam juntos por mais dois anos. A técnica de espelhamento: o facilitador mostra como se sente quando a outra pessoa fala com postura desafiante. O garoto, criado em comunidade, favela, tinha criado uma postura de defesa o tempo todo para que não o incomodassem na rua. Com só essa técnica, ele se ligou de um bagulho de quando era mais novo. O que incomodava o time inteiro era o jeito dele falar, parecia soberbo, arrogante, mas ele ouvia as pessoas, só tinha uma postura agressiva. O facilitador deixou claro que não estava defendendo nenhum lado, só queria que ele percebesse o outro lado da história. Contou fatos como uma câmera, sem sentimento, só como fato. Todo fato é neutro, nós é que colocamos sentido nele. O exemplo mais forte é a morte, a morte é neutra, a gente que coloca sentido nela.

Sobre conforto: um papo desabafo com uma amiga, saber que pode conversar sem julgamento. Sessões de sucesso no cliente, que tiram da cabeça, do autoquestionamento. Ver o filho de bigodinho indo para a escola com chapéuzinho vestido a caráter para a festa julina. Sobre orgulho no trabalho: o Love the Problem, o podcast que assumiu com o propósito de democratizar conhecimento. Como time, ir nos clientes e fazer atuações em que a pessoa nunca mais vai voltar a trabalhar do jeito que trabalhava antes. O propósito de vida: mudar a vida de pelo menos uma pessoa por ano. Na K21, consegue isso, às vezes em mais de uma. O treinamento de produtividade que virou um treinamento coaching, bem reflexivo, ficou bem a sua cara.

Perguntas do Cafezinho: café puro, porque o açúcar tira o sabor. Cuscuz salgado, a favor dos cearenses. Feijão por cima do arroz, porque por baixo espalha no prato inteiro. Biscoito não existe, é bolacha. Netflix, mas vai à academia. Ficar invisível, para ser a mosquinha que sempre quis ser. Super velocidade, para andar por cima do mar, como o Flash.

Ouvir no Spotify

Episódios relacionados

  • Love The People - Ceci Fernandes

    Hoje nosso papo é com a querida Ceci Fernandes! Ceci é líder dos agilistas no Nubank e organizadora da Agile Brazil. Também foi engenheira de software e acredita que agilidade é sobre princípios e valores. Ela é comumente encontrada mentorando pessoas e times, provendo facilitações, papeando em corredores dos eventos da comunidade ágil, ou tomando uma boa taça de vinho. Então, pega sua taça e vem curtir esse papo com a gente! https://www.linkedin.com/in/cecifernandes/ Link para comunidade Love The Problem: https://t.me/lovetheproblem (https://t.me/lovetheproblem)

  • Ep. 179 - 4 anos de Love The Problem

    No episódio de hoje, comemoramos 4 anos de Love The Problem com um especial com alguns hosts que já passaram por aqui. Juntamos: Antonio Gerent [Panda], Maira Flor, Andréa Murata, Raquel Tanurcov e Luiz Lula Rodrigues para celebrar essa jornada única com muitas risadas, histórias e aprendizados. Não é só um episódio, é uma comemoração! Vem conhecer essa história e dar muita risada com a gente! Solta o play!‌ Aproveita e insere aqui as sugestões e feedbacks pro LTP. (https://slice.wbrain.me/#/list/eGBDB2YOrOeAF4jAs3) Redes dos nossos convidados: Dea: https://www.linkedin.com/in/andrea-murata/ (https://www.linkedin.com/in/andrea-murata/) Flor: https://www.linkedin.com/in/mairaflor/ (https://www.linkedin.com/in/mairaflor/) Lula: https://www.linkedin.com/in/lula42/ (https://www.linkedin.com/in/lula42/) Panda: https://www.linkedin.com/in/antoniogerent/ (https://www.linkedin.com/in/antoniogerent/) Raquel: https://www.linkedin.com/in/raquel-tanurcov/ (https://www.linkedin.com/in/raquel-tanurcov/) Referências: Ep. 24 - O último dos problemas (https://open.spotify.com/episode/4yS1xF0SFVZ7k398ejB6ex?si=3lMcSAsCRc-6yDxFFE2K8w) Ep. 53 - CNV (Comunicação Não Violenta) (https://open.spotify.com/episode/3QNVIKIxGOBbL0TxVnP7c7?si=sQQwA_ZIQ46Osfm0m5vi6g) Ep. 152 - Equilibrando Energias: o Feminino e o Masculino nas Organizações (https://open.spotify.com/episode/3hFJ81arvXEA6cgWqatmk0?si=WKYzl4MPS0Wwj59YzJgYzQ) Ep. 11 - Pensamento Sistêmico (https://open.spotify.com/episode/2T2mgz3g4RgN3N0LAyoOFD?si=VKzoz4v8Rhel-kOSyKfGaA) Ep. 100 - Love the People (Visibilidade e TRANSformação) (https://open.spotify.com/episode/2N5ZsD4BtPt8LPMLYbG5OU?si=rlRxT2tRQ8KFabchiqNKEA) ciclos da vida (https://open.spotify.com/episode/7sEiF8g99iqlDeAq4TfPRt?si=xkb_l_YnTBObMn79d4Mf_A)

  • Love The People - Rafinha

    Rafinha é consultora de gestão e transformação na K21, trabalha com produtos digitais desde 2012 e com Gestão de Resultados por meio de OKRs desde 2017. É Mestre em Informática pela UniRio e trainer de Management 3.0 e OKRs. Colaborou na transformação de organizações como Ambev, Adeo Leroy Merlin, Banco Carrefour, Natura, Algar Telecom e Whirlpool. Mas se você quiser conhecer mais sobre ela, vem pra esse papo surpreendente! Pega um ☕ e solta o play! Linkedin Rafinha! (https://www.linkedin.com/in/rafaelafons/)

  • Love The People - Naomy Oliveira

    Hoje o papo foi pra conhecer a Naomy Oliveira! 💛 Naomy é Gestora de Inovação e Educadora e faz a diferença no nosso sistema de ensino, ensinando e incentivando inovação e agilidade pros professores e alunos de escolar públicas. Siga Naomy no instagram: @Naomy_oliveira