
Ep. 82 - O que Product Owners e Product Managers fazem no dia a dia: produtos por trás das cenas
Resumo rápido
Lula, Zé (Rodrigo Martins) e a convidada Clara (Maria Clara) partem da pergunta de um desenvolvedor, "o que um PO faz de verdade?", para mostrar que o trabalho de quem cuida de produto no dia a dia se resume a fatiar, descartar e priorizar problemas com base em métricas e alinhamento coletivo, não em tarefas isoladas.
Capítulos
- 00:04A pergunta que originou o episódio: o que um PO faz de verdade
- 04:16Não existe entrega de PO, dev ou designer: existe a entrega do produto
- 11:36Discover e delivery no dia a dia de quem trabalha com produto
- 22:14Paridade entre disciplinas e técnicas de priorização
- 23:51O case Istambul: métricas coladas na parede durante o Evidence
- 36:01Revelação: a rotina no produto Slice e "ajeitar a mira"
- 40:14O FDP do produto: fatiar, descartar, priorizar, e o triátlon do PO
Frases do episódio
O que você vai ouvir neste episódio
- A diferença entre buscar a eficácia das entregas e realizar atividades puramente operacionais na gestão de produtos.
- Como Product Owners e Product Managers organizam suas rotinas matinais para priorizar tarefas de alto impacto no negócio.
- O alinhamento contínuo entre expectativas de partes interessadas e a capacidade real de execução das equipes.
- A importância da comunicação clara no cotidiano para evitar ruídos e manter o foco nos objetivos estratégicos.
- Práticas de acompanhamento de métricas e evolução do produto sem perder o contato com os usuários finais.
Temas discutidos
A rotina de Product Owners e Product Managers está diretamente conectada à cultura organizacional e à agilidade na prática. Compreender o trabalho cotidiano desses profissionais revela como a gestão de produtos equilibra estratégia e execução. A busca por eficácia exige liderança para alinhar prioridades, gerenciar expectativas de stakeholders e manter a equipe focada no valor entregue. Esse panorama mostra que o sucesso do produto depende da consistência nas interações diárias e da capacidade de adaptação aos cenários de negócio.
Para quem é este episódio
O conteúdo é ideal para profissionais iniciantes ou em transição de carreira para Product Management, além de Product Owners e Product Managers que buscam organizar melhor suas rotinas. Líderes de tecnologia e agile coaches também se beneficiam ao compreender o cotidiano prático da gestão de produtos.
Perguntas que este episódio ajuda a responder
O que faz um Product Manager ou Product Owner no dia a dia?
No dia a dia, esses profissionais alternam entre o alinhamento estratégico com stakeholders e o acompanhamento do desenvolvimento do produto com a equipe. Suas atividades incluem analisar dados de utilização, definir e priorizar itens do backlog, participar de reuniões de alinhamento e tomar decisões para garantir que o produto entregue valor real ao negócio e aos clientes finais.
Qual é a principal diferença entre foco em tarefas e foco em eficácia na gestão de produtos?
Focar em tarefas significa apenas cumprir uma lista de atividades operacionais diárias. Já focar em eficácia envolve direcionar o tempo e os recursos para ações que realmente geram impacto nos resultados do produto. A pessoa gestora de produto precisa priorizar o valor entregue ao cliente e ao negócio, evitando se prender somente ao volume de entregas puramente mecânicas.
Como lidar com as interrupções e alinhar expectativas com stakeholders no cotidiano?
Lidar com stakeholders exige comunicação transparente e constante sobre as prioridades do produto. A pessoa gestora de produto deve estabelecer momentos claros para alinhamento e definir critérios objetivos para aceitar novas demandas. Isso ajuda a proteger a equipe de interrupções excessivas e garante que todos estejam cientes do caminho planejado e dos motivos por trás de cada decisão.
Sobre este episódio
O episódio 82 do Love the Problem parte de uma pergunta que um desenvolvedor fez a Lula fora do podcast: "o que que um PO faz de verdade?". Percebendo que a dúvida não era sobre papéis e responsabilidades formais, tema já bastante coberto, inclusive pelo Guia do Scrum, mas sobre o dia a dia concreto de quem trabalha com produto, Lula convida Zé (Rodrigo Martins), que veio do desenvolvimento e hoje é Product Owner, e a convidada Clara (Maria Clara), Product Manager numa squad multidisciplinar, para reconstruir esse "por trás das cenas" com exemplos reais, tratando produto de forma ampla, digital ou físico, e não restrita a uma empresa ou área específica.
A primeira grande resposta, trazida por Zé, é que não existe entrega de pessoa PO, de pessoa dev ou de pessoa designer isoladamente: existe apenas a entrega do produto final, como um filme, em que teasers e trailers provocam ao longo do caminho, mas o que importa é a obra completa construída por um time inteiro. Por trás das cenas, quem cuida de produto entende a maturidade do produto, transforma problemas em itens de backlog e alinha pessoas em torno de um objetivo único. Clara complementa descrevendo sua rotina de entender e resolver problemas de cliente e negócio com autonomia e responsabilidade pelo resultado, reconhecendo também que, às vezes, soluções chegam prontas de fora, um contraponto real ao ideal colaborativo.
Ao ouvir os dois, Lula percebe que vinha enquadrando o trabalho de produto num padrão industrial de tarefas, quando na verdade trabalhadores do conhecimento são pagos para pensar: os alinhamentos do dia a dia são pensamento coletivo, não status report. Disso nasce o eixo central do episódio: o padrão discover/delivery, normalmente associado ao ciclo do time, também descreve o tempo individual de quem trabalha com produto, e deveria incluir as pessoas desenvolvedoras no discovery, ainda que de forma leve, para evitar reproduzir o mesmo padrão top-down que todos criticam vindo de uma diretoria. Zé propõe, como hipótese e não regra, que devs vivam algo como 80% delivery e 20% discovery, e pessoas de produto o inverso.
Pedida a relatar sua semana anterior, Clara descreve o trabalho de levantar e priorizar problemas com todo o time recém-formado antes de partir para soluções, e o risco real de pular essa etapa. Lula liga isso a um desequilíbrio comum entre as disciplinas de negócio, tecnologia e experiência dentro de um time, e à importância de métricas: não só para validar entregas, mas para invalidar hipóteses com peso real. Ele ilustra com a história de quando conheceu Zé, em 2016, numa semana de Evidence da K21, em que Zé, como PO do time apelidado "Istambul", imprimiu métricas em papel e colou na parede para justificar prioridades com dados. Lula compara esse trabalho ao de uma Marie Kondo do produto: revisar, descartar o que não traz valor e manter a casa organizada.
O episódio ainda traz uma revelação inédita: além da K21, Zé integra a equipe do produto Slice, da WBrain, onde a maior parte do tempo é dedicada a olhar métricas de uso e decidir prioridades, o que ele chama de "ajeitar a mira", já que o alvo só se revela quando alguém usa o que foi construído. A conclusão do episódio dá nome à síntese de tudo o que foi discutido: o "FDP do produto", Fatiar, Descartar, Priorizar, comparado a um triátlon em que as três disciplinas dependem umas das outras. Nas recomendações finais, Clara resgata o conselho "você não está sozinha", recebido no início da carreira, e Zé reforça a importância de praticar o que se aprende, para que o conhecimento não vire desperdício.
Transcrição completa
O episódio nasce de uma pergunta que um desenvolvedor fez a Lula na vida real: "mas L, o que que um PO faz de verdade?". Não uma pergunta sobre papel ou responsabilidade (isso o mercado já discute bastante, inclusive o Guia do Scrum descreve isso), mas sobre o que efetivamente ocupa o dia a dia de quem trabalha com produto. Lula, que veio do desenvolvimento de software, lembra que há dez anos sua resposta seria simples ("eu estava sentado escrevendo código"), mas hoje, atuando com produto, não tem uma resposta igualmente concreta e cotidiana para dar. Para explorar isso, ele chama Zé (Rodrigo Martins), que também veio do desenvolvimento e hoje atua como Product Owner, e Clara (Maria Clara), que trabalha como Product Manager numa squad multidisciplinar. Os três deixam claro que não querem falar de um departamento ou empresa específica, mas de produto de forma ampla, digital (Instagram, Zoom) ou físico (mouse, celular).
Zé abre com a resposta que já tinha dado à pessoa que fez a pergunta original: não existe entrega de pessoa PO, de pessoa dev ou de pessoa designer isoladamente; existe apenas a entrega do produto final, como um filme, em que teasers e trailers provocam, mas o que importa é a obra completa. Por trás disso, quem cuida de produto entende o valor do todo, a curva de maturidade (nascimento, crescimento, maturidade, declínio ou até o momento de matar o produto), e transforma problemas em itens de backlog, ora com pessoas desenvolvedoras, ora com designers, sempre em função de um objetivo único, o que inclui alinhar com stakeholders, entendidos simplesmente como qualquer pessoa interessada em resolver o problema do cliente.
Clara complementa contando que seu dia a dia é entender e resolver problemas de cliente e de negócio com autonomia, sendo também responsável pelo resultado da solução escolhida, mas reconhece que nem sempre é assim: às vezes a solução já chega pronta, encaixada num backlog ou roadmap definido por outra área. Lula percebe, ao ouvir os dois, que vinha tentando encaixar o trabalho de produto num padrão industrial e operacional ("o que você aperta na tecla"), quando na verdade trabalhadores do conhecimento são pagos para pensar, não para executar tarefas; os alinhamentos do dia a dia não são status report, são pensamento coletivo com pessoas de outras competências e perspectivas.
Daí surge a ideia central do bloco seguinte: o padrão discover/delivery, comum na cadência dos times, também descreve o dia a dia individual de quem trabalha com produto. Discover é investigar quais opções valem a pena perseguir; delivery é se comprometer e entregar uma opção, lidando com prazos e trade-offs. Lula conecta isso a um episódio anterior com a Auri, em que uma pessoa desenvolvedora perguntou o que fazer enquanto espera o discovery, e a melhor resposta que ele recebeu depois, de outra pessoa desenvolvedora, foi "faz discovery junto". O ponto é que quem desenvolve também consome o produto e tem repertório para melhorá-lo; se o processo de descoberta não inclui, ainda que de forma leve, todas as pessoas responsáveis pela construção do produto, o trabalho vira cascateado, reproduzindo exatamente o padrão top-down que todo mundo reclama receber de uma diretoria. Clara concorda e nota que o discovery costuma ficar restrito a produto e design, quando deveria envolver o time todo, o que gera autonomia por eliminar dependências futuras. Zé reforça que, como trabalhador criativo, ao receber uma especificação pronta ele primeiro avalia se faz sentido, e muda se não fizer, e lança a hipótese (não uma regra) de que devs talvez vivam uma proporção de 80% delivery e 20% discovery, enquanto quem é de produto viveria o inverso.
Para tornar isso concreto, Lula pede que Clara reconstitua sua semana anterior: ela relata ter levantado um volume grande de problemas e entrado na arte de priorizar qual resolver primeiro, trabalho que ela vê como parte da estratégia de produto, e não apenas uma decisão isolada de quem é de produto. Como está montando um time novo, o foco foi deixar os problemas internalizados por todo mundo antes de partir para a solução, porque pular essa etapa ("só faz, é isso mesmo") costuma terminar mal. Lula resume: se você não leva os problemas até o time, os problemas chegam até você de outro jeito. Ele liga isso a um desequilíbrio comum entre as disciplinas que compõem produto, negócio, tecnologia e experiência: quando uma disciplina está mais fraca que as outras, o time tende a puxar para o lado da disciplina mais forte, gerando conflito entre lideranças. Manter essa paridade, com técnicas de priorização e um plano com métricas, objetivos e desafios, é o que sustenta a entrega.
A conversa então passa por métricas, tema que os três reconhecem ser frequentemente negligenciado por organizações, e, por consequência, pelas pessoas de produto dentro delas. Lula ilustra com a história de quando conheceu Zé, em 2016, numa semana de Evidence da K21 (o programa descrito em evdnc.org, em que a K21 acompanha um time fazendo sprints diários de segunda a sexta). Zé era o PO do time apelidado "Istambul" e passava a maior parte do tempo priorizando e fatiando problemas; já no primeiro dia, imprimiu as principais métricas em folhas A4 e colou na parede, mostrando na review quanto dinheiro e quantos usuários a fatia priorizada impactaria. Clara amplia o ponto: métricas não servem só para validar o sucesso de uma entrega, servem também para invalidar hipóteses com peso real, em vez de dizer "não" apenas por opinião, o que ajuda a manter foco e a de fato terminar as coisas, não só começá-las. Lula compara esse trabalho ao de uma Marie Kondo do produto: revisar cada problema, perguntar se ele ainda faz sentido, descartar o que não traz valor, e manter a casa organizada, porque ideias e problemas bagunçados raramente viram um bom produto.
Zé retoma com uma forma de enxergar os componentes do trabalho: design, implementação e delivery, que se distribuem de modo diferente conforme a disciplina (dev mais em implementação e delivery, design mais em design e implementação, PO transitando por todos), reforçando que não existe uma proporção certa e universal: o que importa é resolver problemas em time, não sozinho. Retomando a analogia do filme, é tecnicamente possível uma pessoa fazer tudo sozinha, mas praticamente impossível alcançar qualidade, alcance e penetração de mercado sem um time por trás. O cliente não se importa com o que acontece nos bastidores, só quer o produto com qualidade, o que remete a um episódio anterior do Love the Problem sobre pensamento sistêmico: o todo não é a soma das partes, é dado pela interação entre elas, então o que mais importa é como o trabalho de cada pessoa de produto interage com o resto do time.
Nesse ponto, Zé faz uma revelação inédita no podcast: além do trabalho na K21, ele integra a equipe do Slice (slice.wbrain.me), produto digital da WBrain, empresa do grupo K21 mas distinta da consultoria. Ele entrou no time de duas pessoas por ter se apaixonado pela ferramenta, criada originalmente por outra pessoa que concebeu, "escreveu o roteiro" e construiu o produto sozinha no início. Mesmo tendo habilidade com código, Zé conta que a maior parte do tempo da dupla é dedicada a produto, não a desenvolvimento: olhar métricas de uso, entender quem usa a ferramenta e para resolver qual problema, e decidir o próximo passo a priorizar; só depois vem o momento de colocar a mão no código, que toma menos tempo do que "acertar a mira". Para Zé, essa é a conclusão central do episódio: por trás das cenas, o trabalho de produto é, em grande parte, ajustar a mira, porque o alvo só se revela de fato quando alguém usa o que foi construído: é o uso que define o produto. Clara confirma que a analogia representa bem sua própria experiência.
O episódio fecha na sigla que dá nome à conclusão: o "FDP do produto", Fatiar, Descartar, Priorizar, o núcleo do trabalho de quem se apaixona pelo problema (o tema do próprio podcast). Fatiar o problema em partes menores e mais tangíveis, descartar o que não deveria nem estar sendo feito (ideias são baratas; descartar bem costuma exigir mais trabalho do que priorizar, já que priorizar escolhe uma coisa entre poucas, e descartar lida com centenas de ideias), e priorizar usando inteligência coletiva e alinhamento com o time, sempre a partir de problemas sustentados por métricas reais, não de opinião. Zé compara isso a um triátlon: fatiar, descartar e priorizar dependem uns dos outros, assim como nadar, pedalar e correr: de nada adianta fatiar bem se a priorização estiver errada, ou priorizar bem sem ter descartado o que não deveria estar no backlog.
Nas recomendações finais, Clara resgata um conselho recebido no início da carreira, de um gestor: "você não está sozinha": construir produto é colaboração entre times, com gestores que ajudam, ensinam e trazem aprendizado. Zé complementa que existe muito conteúdo bom disponível (leitura, cursos, treinamentos), mas conhecimento não aplicado vira desperdício, como comida estocada; a recomendação é sempre puxar um pedaço do que se aprendeu e praticar, assim como ninguém vira um bom triatleta só lendo sobre natação, ciclismo e corrida.
Episódios relacionados
- Ep. 290 - Case OrgFlow: como apoiar a Jornada dos Colaboradores com ferramentas de IA?
Já pensou em criar uma ferramenta interna e colocá-la no ar em menos de dois meses — mesmo sem ser da área de tecnologia? 🚀 No novo episódio do Love The Problem, Rafaela Fonseca conversa com Akemy Brandão, Psicóloga e Líder da Área de Pessoas na Nower e K21, e Raphael Montenegro, Sócio e Head de Consultoria da Nower, para abrir os bastidores do Case do OrgFlow! Descubra como um incômodo com trabalhos manuais repetitivos se transformou no desenvolvimento do OrgFlow: um hub digital que apoia a jornada do colaborador na Nower e K21 centralizando comunicados, políticas, estruturas e muito mais. O produto nasceu a partir de um prompt e foi construído através de vibe coding, unindo uma psicóloga como Product Owner e um líder de negócios como desenvolvedor! O que você vai conferir neste papo: Automação na prática: Como a ferramenta eliminou trabalho manual automatizou comunicados e políticas internas. Conexão com a nova NR1: como o uso inteligente de filtros para direcionar a informação a quem realmente precisa, espaço de feedbacks e outras funcionalidades contribuem para o bem-estar e a saúde mental dos times e auxiliam o cumprimento da norma. Cultura de Produto e Feedback: ciclos rápidos de entrega, evolução constante e participação dos usuários no processo de construção. O papel da liderança ativa: Por que os líderes modernos precisam colocar a mão na massa para otimizar suas estruturas e incentivar a inovação e como isso contribui para o uso da IA como ferramenta estratégica no RH. Quer entender como a Inteligência Artificial pode ir muito além de um simples acelerador e realmente provocar uma mudança de mentalidade na sua empresa? Dê o play agora e vem ouvir com a gente essa história de agilidade e inovação na prática! 🎧
- Ep. 279 - Como desenvolver pessoas de produto orientadas a resultados?
Neste episódio do Love the Problem, Rafa recebe Murilo, consultor de negócios da Nower e especialista em formação de profissionais de produto, para uma conversa sobre o desenvolvimento de pessoas de produto com visão estratégica, foco em resultado e mentalidade orientada à resolução de problemas reais. Ao longo do papo, eles exploram como sair do operacional e evoluir para uma atuação mais estratégica, o papel dos OKRs nessa virada de chave, a importância de aproximar produto, tecnologia e comercial, e por que um bom produto não sobrevive sem uma estratégia clara de posicionamento, venda e retenção. Murilo também compartilha aprendizados práticos das suas mentorias imersivas, mostrando por que adultos aprendem melhor resolvendo problemas reais — e como ferramentas simples, quando bem aplicadas, podem acelerar o desenvolvimento de profissionais mais maduros, curiosos e orientados a impacto. Neste episódio, você vai ouvir sobre: desenvolvimento de pessoas de produto com foco em resultado a transição da mentalidade tarefeira para a mentalidade estratégica como OKRs ajudam a fortalecer uma cultura de gestão por resultados a conexão entre produto, vendas e go-to-market ferramentas práticas para explorar problemas, priorizar oportunidades e testar hipóteses por que grandes product managers se apaixonam pelo problema, e não pela solução Quer acelerar os resultados e desenvolver pessoas de produto mais estratégicas? Então solta o play e vem com a gente!
- Ep. 278 - IA + UDD: um novo jeito de construir produtos digitais
Neste episódio do Love the Problem, Rafaela Fonseca e Marcos Garrido (Co-Founder da K21 e da Nower) conversam sobre como a inteligência artificial está mudando a forma de criar produtos, tomar decisões e trabalhar no dia a dia. Ao longo do papo, Garrido apresenta o conceito de UDD (Usage Driven Development) — uma abordagem em que o uso real define os próximos passos do produto, e que usa a IA como parceira criativa para acelerar experimentação, aprendizado e entrega de valor. Eles abordam o salto de produtividade que a IA traz para times e lideranças, os diferentes níveis de maturidade no uso dessa tecnologia, exemplos concretos de aplicação, riscos, anti-padrões e as habilidades que são ainda mais importantes nesse novo cenário. Se você quer ir além do uso básico da IA e entender como transformar curiosidade, visão de cliente e boas perguntas em produtos reais, com mais velocidade, foco e impacto no negócio, vem com a gente!
- Ep. 277 - O futuro da Educação Corporativa em um mundo de IA e carreiras não lineares
Aprender deixou de ser evento. Virou estratégia. Neste episódio do Love The Problem, Rafaela Fonseca recebe Paulo Guidugli (Sócio na Gupy) e Iohanna Roader (Especialista em Produtos Educacionais na Nower) para uma conversa provocadora sobre o futuro da educação corporativa em um mundo de IA, mudanças aceleradas e carreiras não lineares. Eles abordam: • O que é Educação Corporativa de verdade ou só distribuição de conteúdo?• Tendências para o futuro da educação além da hype• Como a IA já está transformando empregos e habilidades?• Que mentalidade líderes e RHs precisam desenvolver agora? Uma troca sobre aprendizagem contínua, transformação de carreira e o papel estratégico do RH na geração de resultados. Dê o play e provoque o futuro com a gente. 🎧