
Ep. 189 - 11 anos de K21
Resumo rápido
Na celebração dos 11 anos da K21, Marcos Garrido, Rodrigo Toledo, Fernanda Magalhães, Samuka e José JR revisitam os momentos que marcaram suas trajetórias na empresa — dos primeiros dias em uma salinha com os quatro fundadores, passando pela pandemia e o apoio mútuo, até o impacto de 30 mil alunos formados e a filosofia de leveza, empatia, melhoria contínua e autenticidade que define a cultura da K21.
Capítulos
- 01:25O 11º aniversário da K21 e o recorde de Marcos Garrido
- 03:18Fernanda Magalhães: a história que começou antes da K21 existir
- 07:18José JR e a pandemia: apoio mútuo em meio à incerteza
- 11:02Samuka: a arte de co-criar e formar times em dias
- 13:30Marcos Garrido: dos primeiros dias à escrita de quatro livros
- 19:17Rodrigo Toledo: estado de Flow, lema da K21 e impacto em 30 mil alunos
- 27:24Recados finais: arte, vocação e a história de Raíssa Ferreira
Frases do episódio
O que você vai ouvir neste episódio
- Marcos Garrido e sócios compartilham os principais marcos que definiram a história de onze anos da K21.
- Os participantes debatem os desafios organizacionais superados durante a evolução da empresa no mercado de agilidade.
- Fernanda Magalhães e a equipe refletem sobre o papel das pessoas na construção da cultura interna da consultoria.
- O grupo analisa o momento atual da K21 e apresenta perspectivas para os próximos passos da organização.
Temas discutidos
A trajetória de 11 anos da K21 evidencia como a evolução da cultura organizacional e o foco em pessoas sustentam a longevidade em consultorias de agilidade. Ao discutir marcos históricos, liderança e aprendizados com desafios do passado, o episódio conecta a evolução da empresa às transformações do mercado de gestão e produto. A reflexão sobre o passado e o futuro ilustra a importância da adaptação contínua e da consistência de valores no desenvolvimento de negócios baseados em conhecimento.
Para quem é este episódio
Este episódio é indicado para líderes organizacionais, agentes de transformação e profissionais de agilidade e gestão que buscam entender os bastidores da evolução de uma consultoria e a consolidação de culturas organizacionais orientadas a pessoas ao longo do tempo.
Perguntas que este episódio ajuda a responder
Quem participa do episódio de 11 anos da K21?
O episódio conta com a presença de Marcos Garrido, Jose JR, Samuel Cavalcante, Fernanda Magalhães e Rodrigo de Toledo. Juntos, eles compartilham memórias, visões sobre a evolução da empresa e aprendizados acumulados ao longo de mais de uma década de atuação no mercado.
Quais tópicos centrais são abordados sobre a história da empresa?
Os convidados discutem a origem da K21, os principais marcos históricos da consultoria, os desafios operacionais e estratégicos superados ao longo de 11 anos, além de analisarem o cenário atual e as metas futuras para a organização no ecossistema de agilidade.
Por que acompanhar este episódio sobre a trajetória da K21?
O episódio oferece uma perspectiva real sobre o crescimento de uma consultoria brasileira de agilidade. Ele apresenta visões práticas sobre gestão de pessoas, superação de desafios organizacionais e manutenção de princípios culturais em negócios que se adaptam continuamente às mudanças do mercado.
Sobre este episódio
No episódio 189 do Love the Problem, a equipe da K21 se reúne para celebrar os 11 anos da empresa. Marcos Garrido, Rodrigo Toledo, Fernanda Magalhães, Samuka e José JR compartilham histórias pessoais que marcaram suas trajetórias: dos primeiros dias em uma salinha com os quatro fundadores, passando pela pandemia e o apoio mútuo que sustentou o time, até a criação coletiva de projetos e a escrita de quatro livros em três anos. O episódio reforça o lema da K21 — leveza, empatia, melhoria contínua e autenticidade — e o conceito de integralidade entre vida pessoal e trabalho. Toledo destaca o impacto de 30 mil alunos formados, com histórias que vão de frases que mudam vidas a um dono do Peixe Urbano que descobriu estar perdendo 150 mil reais por mês por causa de um arredondamento de centavos ensinado em treinamento. O encerramento traz a história de Raíssa Ferreira, que chamou o trabalho da K21 de arte, e o convite para o SG Rio, em agosto, onde a história de uma profissional que saiu do SAC e chegou à alta gestão será contada.
Transcrição completa
Marcos Garrido, Rodrigo Toledo, Fernanda Magalhães, Samuka e José JR compartilham os momentos mais marcantes de suas trajetórias na K21, celebrando os 11 anos da empresa.
A K21 completou 11 anos de existência em fevereiro, e para Marcos Garrido, que nunca havia ficado mais de quatro anos em uma empresa, esse marco representa um recorde absoluto. A ideia do episódio é pensar em momentos marcantes, transformações vividas e histórias ligadas à missão de transformar pessoas e evoluir negócios continuamente.
Fernanda Magalhães, que está na K21 há pouco mais de cinco anos, conta que sua história começou antes mesmo de entrar na empresa. Ela conheceu Marcos Garrido antes da K21 nascer e, ao saber que ele estava abrindo uma empresa de treinamentos em agilidade, veio correndo fazer o primeiro curso, o DCSM. Depois fez o DCSPO no Rio de Janeiro, participou de eventos e foi se aproximando cada vez mais da empresa. Para ela, a K21 sempre foi um lugar de inspiração, um sonho de consumo, um lugar diferente para trabalhar, mais conectado com o que as pessoas acreditam. Acompanhar os primeiros passos da empresa e agora fazer parte dela é muito especial.
José JR, também com cinco anos na K21, destaca o momento da pandemia como um dos mais marcantes. Ele estava em um projeto na Natura quando o caso de Covid aconteceu. A equipe remarcou eventos, comprou passagens que acabaram canceladas, e viveu um mês de incerteza total. O que ficou foi o apoio mútuo, o cuidado com quem ficou doente, a segurança emocional para as famílias. Para ele, esse momento mostrou que a K21 é uma empresa singular, que se adapta de verdade.
Samuka, com sete anos na K21, lembra da criação de projetos em conjunto. Ele conta a história de um cliente no Rio de Janeiro, quando a equipe percebeu que o esforço estava focado em um ponto do serviço, misturado com dívida técnica. A capacidade de confiança que Marcos e o Sabag deram para a equipe — ele, Avelino e Daniel — formou times em dois, três, quatro dias, algo fantástico para pessoas que nunca tinham trabalhado juntas. Ele também menciona a criação do tanque de decantação e do retro poker, sempre co-construídos.
Marcos Garrido relembra os primeiros dias da K21, quando a estrutura era uma salinha pequenininha, com os quatro fundadores dando aula o tempo inteiro. Ele fazia café, ia na padaria comprar o coffee break, cuidava de tudo do começo ao fim. Depois a empresa começou a expandir, a viajar muito, e nasceu a parte de consultoria. Ele conta a história do dia em que a água do prédio acabou durante um treinamento e ninguém queria interromper, então saíram correndo para comprar água, e teve gente que comprou cerveja, virando uma festa. Ele também menciona que, junto com Fernanda, escreveu quatro livros em três anos, algo que nunca imaginaria fazer. Para ele, a K21 é o lugar que o deu oportunidade de fazer as coisas mais diferentes da carreira, e o conceito de integralidade — não haver separação entre vida pessoal e trabalho — mudou sua forma de enxergar o mundo.
Rodrigo Toledo fala sobre o estado de Flow e o lema da K21: leveza, empatia, melhoria contínua e autenticidade. Ele conta que a capacidade de entregar um treinamento no estado de Flow, de forma leve e sem dor, é um privilégio construído ao longo dos anos. Toledo também compartilha um sonho de criança em que tinha o melhor time do mundo, diverso, com pessoas de características diferentes, e diz que realizou esse sonho com a equipe da K21. Ele fala do impacto que a empresa traz nas pessoas: 30 mil alunos, frases que mudam vidas, histórias de pessoas que usaram o aprendizado para enfrentar doenças graves, recuperar filhos na educação, transformar empresas que não entregavam nada. Ele conta a história de um treinamento no Peixe Urbano, onde um dos donos percebeu que estava perdendo 150 mil reais por mês por causa de um arredondamento de centavos no código, algo ensinado em um treinamento técnico da K21.
No encerramento, Fernanda agradece a todas as pessoas que passaram por algum treinamento, dizendo que a K21 tenta fazer parte da história de vida de cada pessoa. Ela conta a história de Raíssa Ferreira, uma aluna que, emocionada, disse que o que a K21 faz não é aula, é arte, citando Ariano Suassuna: arte pra mim não é produto de mercado, podem me chamar de romântico, mas arte pra mim é missão, vocação e festa. José JR convida os ouvintes a conhecerem o blog da K21 e o case da DM Card, e anuncia que a história será contada no SG Rio, em agosto, com a própria pessoa que saiu de um projeto e hoje está na alta gestão da companhia. O episódio encerra com parabéns pelos 11 anos e a promessa de muitas conversas futuras.
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