Foi essa experiência acumulada ao longo de mais de uma década com o EVDnC que nos preparou para o que veio depois. Quando o desenvolvimento de produtos com IA explodiu e ferramentas como Lovable tornaram possível criar um app funcional em horas, a maioria das pessoas ficou deslumbrada com o impacto. Pra gente, não. Pra gente aquilo era bem familiar. Já tínhamos vivido o que acontece quando o ciclo de entrega se torna absurdamente curto: se você não tem clareza sobre o que importa, isso acelera o desperdício.
E foi exatamente aí que nasceu o UDD, o Usage-Driven Development (http://udd-k21.lovable.app). O UDD parte do princípio de que, num mundo em que o desenvolvimento deixou de ser o gargalo, o uso real é o único juiz legítimo do produto. Cada fatia do produto precisa provar que gera valor antes de você expandir pra próxima. Não é o roadmap que define o que construir. Não é o gráfico de GANTT, o PRD ou o story mapping. Também não é a facilidade de implementação. É o comportamento real do usuário. O EVDnC nos ensinou a comprimir os ciclos. O UDD nos ensinou o que fazer com essa compressão: medir, aprender e, só então, expandir. São duas peças do mesmo quebra-cabeça, construídas na prática com centenas de times, que, juntas, formam o modelo mais preparado que a gente conhece para desenvolver produtos na era da IA.




