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Ilustração digital sobre a evolução do EVDnC para o UDD mostrando dois profissionais colaborando diante de um painel futurista da Nower/K21. A imagem destaca conceitos como sprint de 1 dia, aprendizado acelerado, descoberta contínua, medição de comportamento real do usuário e desenvolvimento orientado por uso. Ao redor aparecem dashboards, métricas, mapas de jornada do cliente, roadmaps, PRDs e story mappings, reforçando a ideia de que o foco deixou de ser velocidade de desenvolvimento e passou a ser qualidade da decisão de produto e validação de valor real na era da IA.
Product Management

Do Sprint de 1 dia ao UDD: como a Nower/K21 chegou antes no paradigma da IA

#AI#EVDnC#IA#inteligência artificial#udd#Usage-Driven Development
Marcos Garrido

Por Marcos Garrido

Publicado em Atualizado em 2 min de leitura

Tudo começou em 2013, quando a gente quebrou um modelo que todo mundo achava que tinha chegado para ficar: o sprint de 1 ou 2 semanas. Na K21, com o EVDnC (Extreme Value-driven Coaching), passamos a realizar sprints de 1 dia para acelerar o aprendizado dos nossos clientes. Não foi um experimento isolado: foram mais de 400 times, de startups a grandes corporações, em vários segmentos e em países diferentes. A proposta era radical: comprimir o ciclo inteiro de descoberta, construção e entrega em 24 horas, focando no core do core do que precisava ser entregue. E funcionou muito bem. Times que antes levavam semanas pra validar uma hipótese passaram a fazê-lo diariamente. O aprendizado se multiplicou enquanto o desperdício caiu. E a gente começou a perceber algo que, na época, poucos enxergavam: o gargalo nunca foi a velocidade de desenvolvimento. O gargalo sempre foi a qualidade da decisão de produto. Depois que você acumula a experiência de rodar sprints de 1 dia com centenas de times, fica claro muito rápido quem está construindo com propósito e quem está construindo por inércia.

Foi essa experiência acumulada ao longo de mais de uma década com o EVDnC que nos preparou para o que veio depois. Quando o desenvolvimento de produtos com IA explodiu e ferramentas como Lovable tornaram possível criar um app funcional em horas, a maioria das pessoas ficou deslumbrada com o impacto. Pra gente, não. Pra gente aquilo era bem familiar. Já tínhamos vivido o que acontece quando o ciclo de entrega se torna absurdamente curto: se você não tem clareza sobre o que importa, isso acelera o desperdício.

E foi exatamente aí que nasceu o UDD, o Usage-Driven Development (http://udd-k21.lovable.app). O UDD parte do princípio de que, num mundo em que o desenvolvimento deixou de ser o gargalo, o uso real é o único juiz legítimo do produto. Cada fatia do produto precisa provar que gera valor antes de você expandir pra próxima. Não é o roadmap que define o que construir. Não é o gráfico de GANTT, o PRD ou o story mapping. Também não é a facilidade de implementação. É o comportamento real do usuário. O EVDnC nos ensinou a comprimir os ciclos. O UDD nos ensinou o que fazer com essa compressão: medir, aprender e, só então, expandir. São duas peças do mesmo quebra-cabeça, construídas na prática com centenas de times, que, juntas, formam o modelo mais preparado que a gente conhece para desenvolver produtos na era da IA.

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