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Imagem de um rio. Na cabeceira dele temos montanhas marrons. Sobre elas há sinais de interrogação no formato de chuva. Eles estão vindo de uma nuvem onde lê-se hipóteses. Saindo das montanhas temos um rio azul. Ele é dividido nas seções com traços. As seções são: Stakeholders, Business e Product. Acima desses três temos a palavra upstream. Abaixo dessas três seções há uma lâmpada amarela acesa com a palavra concept. Ainda no rio temos uma divisão mais grossa com três subdivisões e nelas lemos: to do, doing e done. Abaixo dessas três temos a palavra Team. Depois temos mais três seções e nelas estão as palavras: validation, production e User. Acima delas a palavra Downstream. Após esse fluxo, mais especificamente, a palavra User, temos um cifrão verde e a palavra Cash. Acima dela a palavra feedback, acima do feedback setas simulando um vapor e acima dessas setas uma pequena nuvem. Acima dessa nuvem há um sol com a palavra happiness. Entre a pequena nuvem de feedback e a nuvem de hipóteses na cabeceira do rio, há duas nuvens que vão crescendo e estão como se fosse o retorno do feedback para a nuvem grande de hipótese na cabeceira do rio. Olhando para o rio novamente na seção product há uma pequena seta pontilhada que vai até o To do. Ligada a ela há uma seta contínua que vai do to do até o done. Nesta parte, lemos: Agile Team. Ligando a lâmpada do concept até o cifrão do cash há uma seta contínua e nela está escrito: Lean Organization. Por fim, Ligando a nuvem de hipótese até o sol de Happiness a outra linha contínua, mais grossa do que as antecessoras e nela lê-se: True Agile.
Transformação Organizacional

True Agile – O que a K21 Acredita

#agilidade#definição#métodos ágeis#princípios

Por Magno de Santana

Publicado em Atualizado em 1 min de leitura

2018 é o ano em que o True Agile vai fazer a diferença. Sim, isso mesmo.  True Agile ou Ágil de raiz.

Hoje é necessário que se faça essa distinção uma vez que o “Agile” está definitivamente contaminado por práticas, ideias e conceitos contrários ao que o Agile realmente significa. E é por isso que encontramos por aí:

  • ScrumMasters como coordenadores de time;
  • cliente exercendo o papel de PO;
  • métodos híbridos (bi-modal ,etc);
  • fórmulas prontas;
  • melhoria continua da boca pra fora;
  • complexidade desnecessária;
  • timesheets;
  • transformação de User Story Points para Homem Hora ou Pontos de Função;
  • e por aí vai…

Agile meia-boca é o que mais se vê por aí: torto, faltando pedaço, baseado em conceitos e ideias atrasadas e principalmente top-down, sem empowerment e nada autoorganizado.

Então acredito que chegou a hora de promover o True Agile. Mas, afinal, o que é isso? É aquele do Jeff, do Ken, do Ron, do Fowler e de tantos outros que lá em 2001 sequer perceberam que estavam mudando o mundo ao criar o Manifesto Ágil, seus 4 valores e 12 princípios.

Vida longa ao True Agile.

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